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Materiais para fazer guias de Entidades na Umbanda

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Materiais para fazer guias é um tema muito questionado.

Porém, com as Linhas de trabalhos formadas por Guias Espirituais [ou Entidades], a coisa complica.
Pois tudo depende das energias manipuladas por eles e pelos mistérios nos quais foram “iniciados” e que ativam durante seus atendimentos aos consulentes.

Assim, para a Linha dos Baianos, recomendamos o uso de colares feitos de coquinhos.
Para a Linha dos Boiadeiros, recomendamos colares feitos de “jaspe leopardo”.

Para a Linha das Crianças, recomendamos colares de quartzo rosa, de ametista, de água-marinha e quartzo branco.

Do mesmo modo, quanto aos colares para descarga, recomendamos que os materiais para fazer guias tenham grande variedade de espécies de pedras naturais.

Podem ser de porcelana de cristais industriais, de sementes, etc.

No capítulo seguinte [do livro “Formulário de Consagrações Umbandistas”, Editora Madras], comentaremos com detalhes fundamentais os colares de descarga e materiais para fazer guias.

Além disso, um colar é, em si, um círculo, e é um espaço mágico poderoso, se for consagrado corretamente.

Então, supondo que os seus colares tenham sido consagrados corretamente, vamos aos comentários necessários!

Necessários, para que você comece a usá-los com mais respeito e trate-os como objetos sacros de sua religião: a Umbanda.

Igualmente, nós sabemos que não existem comentários sobre os muitos tipos de espaços-mágicos usados pelos praticantes de magia.

Em outras palavras, sabemos que usam o triângulo; o duplo triângulo entrelaçado, o pentagrama, etc.

Mas também que seus fundamentos ocultos não foram revelados ou comentados por nenhum autor umbandista.

Ao menos até a publicação do nosso livro “A Magia Divina das Velas“.

Nele, comentamos superficialmente os espaços mágicos formados por velas e também materiais para fazer guias.

Assim, o fato é que o círculo é um espaço mágico.

E um colar é um círculo, ainda que maleável, pois se movimenta ao redor do pescoço da pessoa que o está usando.

Por isso, chamamos os colares de círculos maleáveis.

Igualmente, por ser um espaço mágico fechado, se devidamente consagrado, é um espaço mágico permanente.
Assim, ele “trabalha” o tempo todo recolhendo e enviando para outras dimensões ou faixas vibratórias as cargas energéticas projetadas contra o seu usuário.

Desse modo, como ele é um círculo, então o espaço mágico formado dentro dele é multidimensional.

Assim sendo, interage com todas as dimensões, planos e faixas vibratórias, enviando para eles as cargas energéticas projetadas contra o seu usuário.

Em outras palavras, quando o seu usuário o coloca no pescoço, ele começa a puxar para dentro do espaço mágico (que é em si) as irradiações projetadas desde outras faixas vibratórias negativas, dimensões ou planos da vida, recolhendo-as e enviando-as de volta às suas origens.

Dessa forma, os Guias Espirituais, quando consagram colares para os seus médiuns ou para os consulentes, para serem usados como protetores, imantam esses colares com uma vibração específica.

Assim, os tornam repulsores ou anuladores de projeções energéticas negativas.
Entretanto, não os tornam espaços mágicos em si porque, para fazerem isso, teriam de ir a locais específicos da natureza.

E, ali, abrir campos consagratórios também específicos e imantá-los com as vibrações divinas dos seus Orixás correspondentes.

Dessa forma, dotando-os de poderes mágicos multidimensionais.

Mas, como os fundamentos consagratórios internos estavam fechados ao plano material até agora, então eles faziam isso de forma velada.

Isso quando seus médiuns iam oferendá-los, ou aos Orixás, nos campos vibratórios na natureza.

Nesse sentido, os Guias Espirituais sempre respeitaram o silêncio sobre a consagração interna e sempre fizeram o que tinham de fazer.

Ou seja, tudo isso de forma que os seus médiuns não percebiam que, ao tirarem os colares do pescoço, trabalhando-os, na verdade estavam imantando-os com as vibrações elementais e divinas existentes nos pontos de forças da natureza.

Então, agora você já sabe que o seu colar de cristais, porcelana, sementes, dentes, etc. não é só um adereço de enfeite.

Sabem também que não é um identificador dos seus Orixás ou de seus Guias Espirituais;

Mas sabe que, se corretamente consagrado, é um espaço mágico circular, certo?

E também sabe que, se for confeccionado com elementos colhidos na natureza é mais poderoso que os feitos com elementos artificiais ou industrializados.

Em suma, os materiais para fazer guias importam tanto quanto sua consagração.

 

Texto extraído parcialmente do Livro “Formulário de Consagrações Umbandistas“

Foto: Lívia Mariáh Fotografias e Tupã Óca do Caboclo 7 Pedreiras