Emocional causa mais da metade das doenças, diz médico

Emocional causa muitos efeitos em nós, isso todos sabemos. E é muito comum ouvirmos de pessoas próximas que as emoções influenciam diretamente em nossa saúde, inclusive podem ser causadoras de muitos problemas físicos que experimentamos.

Também sabemos que nem sempre damos muita atenção a isso, porque esse tipo de informação precisa vir de uma pessoa da área da saúde para que seja realmente validada por nossa mente.

E é exatamente isso que fazemos aqui, reproduzindo uma parte da entrevista do médico Carlos Durgante à Revista Servioeste pode ser de grande importância para nos conscientizar sobre quanta influência nossas emoções têm em todas as esferas de nossas vidas.

Emocional causa doenças?

Carlos Durgante é médico, congressista e autor de sete livros sobre espiritualidade, ciência e saúde. Ele propaga que as nossas células absorvem as emoções que transmitimos a elas, o que faz com que influenciem diretamente o estado de saúde ou de doença dos órgãos a que estão vinculadas.

Quando perguntado sobre o que a ciência tem a dizer sobre o desequilíbrio dos padrões emocionais e sua influência nas doenças que conhecemos, Durgante diz que isso é algo que a ciência reconhece há algum tempo.

Ele comenta que, em 1939, a American Psychosomatic Society inaugurou a era da medicina psicossomática, que é uma ciência que integra diversas especialidades da medicina e psicologia, para estudar os efeitos de fatores sociais e psicológicos no corpo.

A partir daí, pesquisas de especialistas como Candace Pert e Bruce Lipton foram reforçando a tese de que os pensamentos gerados pelos sentimentos são forças que podem adoecer o corpo e agravar doenças.

O médico também acrescentou que as doenças podem ser causadas por disfunções crônicas dos padrões de energia emocional e por relacionamentos pessoais e interpessoais conturbados.

“No entendimento da medicina vibracional, a mente e o corpo estão interconectados por um eixo chamado de HHA (Hipotálamo-Hipófise-Adrenal). Em 1981, o cientista norte-americano, Robert Ader, criou o termo Psiconeuroimunologia para definir a área da ciência que estuda as associações entre os processos comportamental neural, endócrino e o sistema imune. O eixo destes processos exerce ações diversas sobre as células e os sistemas do corpo humano por comando mental. Essa interação desempenha um papel em muitas doenças como as infecções, doenças neurológicas, reumatológicas, autoimunes, cardíacas e desordens psiquiátricas, além de vários tipos de câncer.”

Sobre as doenças mais comuns da alma, Durgante dá um explicação bastante interessante.

Ele diz que elas podem ser mentais ou físicas e derivam dos sentimentos negativos que conservamos.

Assim, egoísmo, orgulho, materialismo, intolerância, tédio, falta de perdão e de empatia, negativismo, pessimismo, hostilidade, rancor são alguns deles, e acabam desenvolvendo problemas, como ansiedade, depressão e dependências.

"Os estados mentais dos indivíduos, além do clima, da cultura, da alimentação, dos costumes, da espiritualidade, influenciam enormemente a expressão dos genes de nosso DNA, ativando ou desativando suas funções, em um mecanismo de liga-desliga", disse o médico.

Ele também afirma que é possível nos curarmos das doenças da alma, e que para isso devemos nos aprofundar em nós mesmos e buscar conforto espiritual. [Daí a importância do exercício da fé, não importa se a pessoa segue ou não determinada religião].

Também reforça que devemos aderir a práticas que melhorem nossos padrões vibratórios emocionais, porque elas ativam partes do cérebro relacionadas ao prazer e à satisfação, o que nos traz mais positividade no cérebro e no corpo todo, melhorando nossa qualidade de vida de forma geral.

Agora que sabemos que o emocional causa sim grande influência em nossa saúde devemos cuidar dela ainda mais. E é sempre bom lembrar que a pessoa que está dizendo isso não é “apenas” um espiritualista ou alguém versado em esoterismo ou ainda ligado a alguma religião específica. É um médico, cuja formação é baseada na racionalidade científica e no dia a dia empírico de hospitais e consultórios.

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