Exposição Orixás: quando o mito veste o corpo no RJ

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Exposição Orixás: quando o mito veste o corpo ficará no CCJF, no Rio de Janeiro, até novembro.

Gilberto Gil e Zezé Motta, entre outros, retratam Orixás em mostra inédita.

Oxumaré, Ogum, Iemanjá e outros 17 representantes da cultura africana estão representados.

E não poderia ser num momento melhor, sobretudo para a cidade do Rio de Janeiro.

Tolerância religiosa é o pano de fundo desta mostra em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal.

GILBERTO GIL COMO OXALUFÃ

As fotografias sao de Daryan Dornelles e Stefano Martini e ficam em cartaz de 16 de setembro até 5 de novembro de 2017.

Com entrada livre, a exposição idealizada por Margo Margot pode ser visitada de terça a domingo, sempre das 12h às 19h.

A partir de pesquisa bibliográfica e visita ao Ilé Àse Ògún Àlákòró, Margot desenvolveu vinte “Orixás” para nos convidar conhecer profundamente um pouco mais de uma das culturas de base do povo brasileiro.

A exposição, mais do que uma mostra visual, busca trazer reflexões sobre a essência dos mitos africanos cultuados no candomblé e Umbanda.

É possível fazer uma visita mediada, participar de bate-papos e oficinas para escolas e grupos agendados.

Voluntários de peso como é o caso de Zezé Motta, Gilberto Gil e João Donato aparecem em meio a trajes e elementos da natureza que compõe o ambiente de cada Orixá.

Pedras, areia de mar, barro e até partes de árvores complementam e enriquecem as obras.

Confira todos os convidados e os Orixás que representam:

Aleff Bernardes – Ossain (antídoto, não existe folha que não se transforma em remédio)
Anastacia Gabriel – Ewá (quem trouxe para a humanidade o direito de sonhar)
Cau Ramalho – Obá
Felipe Pacheco- Oxumaré
Gilberto Gil – Oxalufã (o princípio e o fim. Representa o infinito. Ele reconstitui e se auto reproduz)
Ivo Modogllio – Ori
José Araújo – Iroko (divindade árvore que nos traz a paciência, que nos acalma)
Larissa Bandeira e Leo do Gran – Ibejis (a permanência e a alegria)
Luana Bandeira – Oyá
Lui Mendes – Oxaguiã (renovação de Oxalá)
Marcelo Campos – Ogum (possibilidade de caminhar ao encontro do que é essencial)
Marcielly Vanucci – Iemanjá (modeladora das cabeças e protetora das mães)
Marcos Bandeira – Omolu (Limite, Sinalização que nos faz parar. Processo de reflexão para melhorar. O rei)
Pedro Oliveira – Logunedé (o único orixá procriado)
Pedro Renato Martins – Exu (patrono da comunicação. Aquele que traz o novo, o movimento contínuo, espiral)
Renata Ribeiro – Nanã
Renegado – Oxóssi (Dono da consciência do que se pode mudar)
Sergio Cezar – Xangô (Justiça do que você pode ser. Trabalha a retidão e a verdade)
Vidal Assis – Ori
Zezé Motta – Oxum (a mais bela de todas)

 

EXPOSIÇÃO
Orixás: quando o mito veste o corpo

QUANDO
De 16 de setembro a 5 de novembro de 2017

HORÁRIO
De terça a domingo, das 12h às 19h

LOCAL
Centro Cultural Justiça Federal do Rio de Janeiro
Avenida Rio Branco, 241 – Centro

EXPOSIÇÃO COM ENTRADA FRANCA

INFORMAÇÕES
(21) 3261-2550
http://www10.trf2.jus.br/ccjf/

Foto principal: Marcielly Vanucci como Iemanjá