Kumbayá: alternativa para o cigarro e charuto nos rituais de Umbanda

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Kumbayá pode ser definido como: calêndula, camomila, jasmim, menta, rosas, sálvia, tabaco orgânico natural e a promessa de parar de fumar.
Esse é o Kumbayá, um cigarro natureba que ajuda as pessoas a largarem o vício do fumo.

A composição do cigarro tem ‘apenas’ 20% de tabaco natural, o que significa que seu processo de fabricação não inclui nenhum aditivo ou banho químico.
O fumante sente, de leve, o gosto do tabaco e já sacia a necessidade química que criou no organismo.
Assim, pouco a pouco, pode se libertar do vício.
Lembrando sempre que os resultados variam para cada pessoa.

Mas o produto não faz milagre.
Segundo os fabricantes, se o consumidor estiver realmente disposto a parar de fumar, esta é uma alternativa (intermediária) interessante.
Caso contrário, só vai trocar de vício.

No verso das embalagens geralmente há avisos dos tipo:
‘Para aqueles que já foram fumantes e não fumam mais não recomendamos o uso do Kumbayá.’
A justificativa é que há riscos de vivenciar novamente o ‘prazer’ do cigarro e voltar ao antigo vício.

Mas não há como negar que o kumbayá surge como um incentivo ao não consumo de elementos químicos viciantes contidos nos cigarros industrializados.
Nosso colaborador Cristiano Nascimento é a prova de que a troca pode funcionar.
Recentemente, ele destacou os benefícios em uma das lives semanais em nossa fanpage oficial.

Além do prazer de fumar, a pouca quantidade de tabaco presente na mistura pode saciar a necessidade física e psicológica do fumante.

Além de estar presente em pouca quantidade, o tabaco utilizado na mistura é natural e orgânico.
Natural porque não possui nenhum aditivo ou banho químico em seu processamento, ou seja, a nicotina e o alcatrão presentes no tabaco, são naturais da própria planta,
em muito menos quantidade que os cigarros e tabacos banhados em aditivos químicos.
E Orgânico porque seu cultivo é realizado sem agrotóxicos nem fertilizantes químicos.

E, por final, o kumbayá pode ser uma alternativa também nas ritualísticas de Umbanda.

E você? Conhece alguém que usa o kumbayá?

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